Qual é você?
Uma travessia terapêutica vivencial para homens que escolheram parar de apenas sobreviver — e passar a conduzir a vida com presença, verdade e propósito.
Dizer isso não é excluir. É honrar a travessia — a sua e a de quem está aqui.
Antes de entrar no círculo, uma conversa.
Iniciar a conversaO labirinto não é para se perder. É para se encontrar.
Onde começa a travessia: o instante em que o homem escuta que algo precisa se mover. Sai do "dar conta" e abre a pergunta.
Descer até onde dói. Reconhecer as máscaras, as resistências, a sombra. Não para se castigar — para finalmente se ver.
Encontro com a história que formou o homem: ferida materna, ferida paterna, criança interior. O que foi, para poder ser outra coisa.
O centro do labirinto. Aqui, o homem deixa de ser vítima da própria história e assume a lança — a capacidade de agir, decidir, honrar o próprio "sim" e o próprio "não".
Reabrir para o mundo com outra qualidade de presença. Intimidade, prazer, vínculo — sem fuga, sem vergonha, sem performance.
A passagem. Oito horas em círculo. Fogo. Corpo. Palavra empenhada. O homem que volta não é o mesmo que entrou.
O que se faz com a travessia? Como o homem sustenta, no cotidiano, o que foi consagrado no Rito? Aqui começa a vida do guerreiro.
Cada encontro abre uma pergunta. Cada pergunta convoca uma travessia.
Neste dia, o corpo é a pergunta. E a resposta é a travessia.
O que é: um caminho de autoconhecimento que reconhece as máscaras e defesas que protegem — e separam — o homem de si mesmo.
Para que serve no DGI: reconhecer as imagens idealizadas, as negações e as distorções que sustentam o sofrimento.
Identificar a máscara que você usa — e decidir tirá-la.
O que é: uma abordagem que trabalha corpo, respiração e vitalidade como vias de acesso ao emocional.
Para que serve no DGI: liberar tensões musculares armazenadas, trazer o corpo de volta à presença, acessar o que a mente protege.
Respirar, vibrar, gritar, cair no chão. Deixar o corpo falar.
O que é: o método da ação: colocar em cena o que não se consegue dizer. Trocar papéis, inverter perspectivas, encontrar a voz.
Para que serve no DGI: viver, não só falar. Experimentar o pai, a mãe, o filho, o outro, com o próprio corpo.
Colocar uma cadeira vazia na frente — e dizer o que nunca foi dito.
O que é: o reconhecimento de que o homem carrega, em si, lealdades e ordens do seu sistema familiar.
Para que serve no DGI: ver o lugar que você ocupa, honrar a linhagem, liberar o que não é seu para carregar.
Olhar para os pais e dizer: "Agora eu sigo. Obrigado."
E atravessando tudo — os 4 arquétipos masculinos de Moore & Gillette
Ordem, centro, propósito. O que sustenta o reino interno.
Ação, limite, disciplina. O "sim" e o "não" inteiros.
Consciência, visão, transformação. O que vê além.
Sensibilidade, vínculo, prazer. A vida que se deixa tocar.
O labirinto no peito lembra: você está atravessando.
O símbolo da potência da criança interior — o que Robert Bly chamou de "o brilho que foi escondido".
Onde cada homem responde, por escrito, a pergunta que o encontro convoca. A pergunta fica; a resposta vira caminho.
Seu espaço íntimo de registro. Onde a travessia se guarda, entre um encontro e outro.
O que o homem trouxe e não precisou. O que ficou. O que foi transformado. Um ritual de descarga.
Nenhum homem atravessa sozinho. Mesmo o herói da história tem um ombro para voltar. Cada homem recebe um buddy — um irmão de jornada com quem se acompanha entre os encontros.
Vulnerabilidade sem contenção não é coragem — é ferida reaberta.
Os acordos do círculo não são regras impostas. São co-criados pelos próprios homens, no primeiro encontro. Cada um se compromete com o que o grupo escolher sustentar — com a palavra, o corpo, a presença.
Mãos ao centro. Palavra empenhada.
Nenhum papel assinado. Apenas o que vale mais que isso — o sim que cada homem dá, olhando nos olhos dos outros.
Quatro princípios-âncora sustentam todo círculo DGI
A história do outro fica no círculo. Cada homem pode — e deve — falar da própria travessia. Mas o que um irmão partilhou é guardado.
Cada homem fala de si, não do outro. Não se interpreta, não se diagnostica, não se aconselha o irmão do lado.
O "não" é tão honrado quanto o "sim". Ninguém é empurrado a lugar nenhum. O ritmo de cada homem é respeitado.
Inteira. Disponível. Corajosa. Sem as anestesias conhecidas. Com o que se é, não com o que se performa.
Um traz o colo que acolhe. O outro, a espinha que estrutura. Juntos, sustentam o campo onde a travessia acontece — com contenção clínica, presença viva e a coragem de atravessar antes.
Mais de uma década de atuação clínica, cinco anos dedicados especificamente à saúde emocional masculina. Atua integrando técnicas corporais, sistêmicas e transpessoais — articulando, no espaço terapêutico, o que cada homem precisa para atravessar com segurança e profundidade.
Delegado titular do DAGV (Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis), com formação em Mediação de Conflitos e Psicodinâmica. Atua diariamente na linha de frente da violência doméstica, contra mulher, criança, adolescente e idoso — vendo, na prática, o que a masculinidade não atravessada produz. Especialista em Educação Psicossocial Masculina, conduz também grupos de homens em contexto institucional.
Estudantes de psicologia em formação avançada, atuando em estágio supervisionado no DGI e no Núcleo de Apoio Psicossocial (NAP).
Não conduzem o círculo — mas garantem que ele seja sustentado com cuidado, presença e escuta.

Prática em campo grupal e escuta individual. Apoio técnico e presença nos encontros.

Prática em campo grupal e escuta individual. Apoio técnico e presença nos encontros.
Estes são homens que atravessaram. Suas palavras, suas presenças, seus silêncios. Catorze minutos para sentir o campo por dentro.
14 min · Depoimentos · Vivências · Campo
Homens que atravessaram, falando sem roteiro.
Trechos das vivências, dinâmicas e rituais.
A verdade do que acontece — sem retoque.
Oito horas em círculo. Fogo. Corpo. Palavra empenhada. O que cada homem traz, deixa, atravessa — e o que decide carregar dali em diante, marcado.
Não há roteiro divulgado. O Rito acontece por dentro.
Quem participa, sustenta o silêncio sobre o que viu.
O que se vê neste vídeo é a soleira. Apenas isso.
Aqui o homem não chega.
Aqui o homem se inaugura.
Homem maduro discute investimento sem rodeio. Aqui também.
13 encontros ao longo de 4 meses. 8 horas de Rito. Acompanhamento clínico contínuo. Não é workshop — é processo terapêutico estruturado.
Investimento na mesma faixa de programas terapêuticos masculinos similares no Brasil. Conduzido por dois profissionais clínicos, em campo de pequena escala — máximo 25 homens por turma.
O investimento é dividido em parcelas mensais, acompanhando o ritmo dos encontros. As condições — incluindo possibilidades específicas — são conversadas individualmente.
Os valores e formas de pagamento são apresentados na conversa privada pelo WhatsApp — quando já houver clareza sobre o método, a turma e o seu momento. Não para esconder, mas para honrar.
Há homens que chegam. E há homens que atravessam.
Qual é você?
Não se entra neste círculo clicando um botão. Entra-se por uma conversa honesta — pelo WhatsApp, no seu tempo, sem agenda marcada.
Você escreve. Conta o que está vivendo, o que te trouxe aqui — pode ser uma frase, um parágrafo, um áudio. O que for honesto.
A gente conversa. Tira dúvidas sobre o método, a turma, o ritmo. Esclarece o que quiser saber. Sem roteiro, sem pressão.
Se houver alinhamento dos dois lados, falamos sobre as próximas turmas, datas e investimento. Caso contrário, indicamos outros caminhos com cuidado.
Tudo se decide a partir da conversa — não antes dela.
Resposta em até 24h · Sem compromisso · Conversa privada
Se for decidido que este não é o seu momento — por qualquer razão — isso também será honrado. Dizer "agora não" também é um "sim" a si mesmo.
O labirinto não tem pressa.
Mas tem uma entrada.